Produção recua nas fábricas de colchões no 1º quadrimestre

view-of-the-foam-section-of-mattress-warehouse.jpg

postado em 25 de Maio de 2021 12h09

Com tantas incertezas, não é surpresa que a produção de colchões tenha reduzido de maneira significativa nos primeiros quatro meses deste ano. Pesquisa realizada pela Abicol (Associação Brasileira das Indústrias de Colchões) revela que em 70% das indústrias pesquisadas, a produção diminuiu. E para 40% delas, a redução chegou a 50%. Para 9% o recuo atingiu 70%. Em 28% das fábricas o volume recuou 30%. Mas,16% estão trabalhando com a produção normal.

Outra questão levantada na pesquisa diz respeito ao tempo estimado para o pleno funcionamento das indústrias. Trinta e um por cento acredita que tudo estará normalizado em até 90 dias, enquanto 41% não arriscou previsão e 19% afirmaram que já está em pleno funcionamento.

Mas o levantamento também observou que sobram reclamações e preocupações por parte dos empresários. “É uma pena que algumas empresas estão “doando” produto, não vendendo, pois fica claro que os valores comercializados são abaixo dos custos. Isso dificulta para todos”, lamentou um fabricante. Para outro, “em 61 anos no setor, nunca havia passado por momento de tantas incertezas. Não existem planos que projetem alternativas. Estamos trabalhando o presente sem planejamento para o futuro”.

A pesquisa, realizada entre os dias 17 e 19 de maio ouviu fornecedores e fabricantes de todas as regiões do País. Veja abaixo todos os dados do levantamento da Abicol (clique na imagem para AMPLIÁ-LA):

 

X