Maxflex One é resultado de investimento de US$ 1 milhão

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postado em 24 de Outubro de 2019 17h52

A Maxflex também aderiu ao “bed in a box” e começou a venda dos seus colchões em caixa em março deste ano via internet. Mas para que isso acontecesse, foi necessário um investimento de US$ 1 milhão em uma máquina com tecnologia suficiente para produzir colchões que são prensados e enrolados para caber em caixas, o que facilita o transporte e a logística de entrega.

O empresário Sidney Gonçalves da Silva, proprietário da Maxflex, conta que a empresa gostou da ideia quando viu a Casper (pioneira do bed in a box) se lançar no mercado norte-americano em 2014. “Quando vimos o que a Casper estava fazendo, tivemos a ideia de investir nesse conceito e agregar essa tecnologia à nossa fábrica aqui no Brasil, mesmo sem saber como seria a recepção do mercado nacional”, conta.

Apesar da empolgação, o empresário só adquiriu seu maquinário em 2018, fazendo um investimento de US$ 1 milhão em um equipamento que supre todas as necessidades do processo produtivo de um colchão em caixa. Foram feitos vários estudos e testes para que os colchões pudessem começar a ser produzidos e comercializados, por isso o Maxflex One só chegou ao mercado em 2019.

A princípio, as vendas ficaram concentradas no próprio site da marca, assim como fazem outras empresas que trabalham com esse tipo de colchão, porém, desde o início de outubro, os colchões em caixa também foram disponibilizados nas lojas físicas da Maxflex, proporcionando ao cliente a oportunidade de conhecer, tocar no produto antes da compra.

“Estamos com a linha One exposta nas nossas lojas e esse tipo de venda vem dando certo, acredito que possa ser mais eficiente que a online”, observa Sidney, que também fala sobre a garantia de 100 noites dada pela empresa. “O cliente compra o produto e tem 100 noites para testá-lo e ver se está de acordo com as suas expectativas de conforto e, se não gostar, pode devolvê-lo e, então, nós que encaminhamos o colchão a uma instituição de caridade, conforme previsto em contrato”.

Vale lembrar que esse teste das 100 noites proposto pela Maxflex também está disponível nas linhas de colchões tradicionais, mas o cliente só poderá devolvê-lo, caso não se satisfaça com o produto, entre o sexagésimo e o centésimo dia da compra. Esse tempo mínimo foi estabelecido por conta da adaptação do corpo humano a um novo colchão, ou seja, leva-se algum tempo para que o corpo se adapte com o colchão novo.